CATEGORIA ‘Contos

Joãozinho e Carlos Drummond

Na sala de aula, o professor sisudo, estava analisando, com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:
“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.”

Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:

- Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?

- Se ele não era traficante, ele era usuário…

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(Esse Joãozinho é craque!… rssssssssss )

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AMIZADE VERDADEIRA

Hoje falaremos de fé, mas não fé no impossível, no invisível ou em seres míticos, senão na mais pura e corajosa que existe: a fé no ser humano. Este provavelmente foi um dos maiores atos de fé, subentendida como confiança, lealdade e esperança, da história e aconteceu durante o reinado de Dionísio I, também chamado Dionísio I, o Antigo, tirano de Siracusa cujo governo ficou marcado por seus confrontos com Cartago pelo controle da Sicília.

Acontece que Pythias, um dois filósofos da escola de Pitágoras, fez a besteira de provocar a sanha do cruel Dionísio I, que mandou prendê-lo e condenou o jovem a morte. Pythias então pediu a Dionísio que lhe soltasse por alguns dias porque devia voltar ao seio da família para atender um caso de vida ou morte e depois regressaria para cumprir sua condenação. Dionísio, a quem tanto fazia executar um ou outro, propôs um trato: permitiria regressar a sua casa se encontrasse alguém que ocupasse seu lugar e se não regressasse no tempo estipulado executaria seu substituto.

Pythias comentou o trato ao grande amigo Damon, também filósofo pitagórico, que aceitou com todas as conseqüências. No princípio, esta mostra de confiança daquele que ficou como refém causou admiração entre todos, mas depois de alguns dias a admiração converteu-se em deboche.

- “Cara, você é burro, acha mesmo que ele vai voltar?”

Mesmo assim, o refém seguia mantendo a fé no seu amigo de tantos anos. No dia anterior ao previsto para a execução, bem no meio de todos os preparativos, seu amigo apareceu para cumprir com sua condenação. Aquele ato de fé e lealdade causou tanta admiração no tirano que ele decidiu liberar os dois, não sem antes pedir para ser o terceiro parceiro daquela amizade.

As perguntas são simples e diretas, ainda que as respostas possam ficar engasgadas. Pense no seu melhor e grande amigo. Você faria o mesmo que Damon fez por Pythias? E vamos supor o caso de que você é Pythias, você voltaria?

Texto: MDIG

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A cegonha cometou suicidio

Você sabe de onde vêm os bebês? Os alemães sabem.
Não há nada como um livro infantil alemão para explicar o “inexplicável” às crianças.

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MINHA PRINCESA FAVORITA

Uma professora pergunta ao alunos qual personagem elas queriam ser, ela pergunta:
- Qual personagem de conto de fadas vocês querem ser?
Uma aluna responde :
Eu queria ser Branca de Neve

A professora diz:
-Por que?
A aluna responde:
- Ela é linda, e tem um príncipe que à ama, com cavalos, castelos, e ela tem um final feliz.
A professora pergunta a outra aluna:

- E você?
A 2ª aluna responde:
-Eu quero ser a Rapunzel

A professora pergunta:
- Por que?
A 2ª aluna responde:
-Porque ela é linda, e tem um principe que lutou por ela. E ela mora em um castelo gigante, o mais bonito de todos!

A Professora: (virando-se para uma menina especial) pergunta:
-E você Marina, qual você quer ser?

Mariana responde:
-Eu quero ser a princesa Fiona, do Shrek.

A professora abismada pergunta:

- Mas por que? Você não quer ser a Cinderela, ou outra mais bonita?….. Mariana responde:

- Não. A Fiona é a mais bonita. Ela se aceita como ela é, diferente de todos como eu, pra viver com quem ela realmente ama e que também ama ela de verdade. Ela tem um burro que fala, isso não é mais legal do que cavalos pró? Veja só, ela é feliz e não precisa de castelos nem de um homem bonito por fora. Eu queria um Shrek pra mim. Queria que alguém me aceitasse por quem eu sou. E ele me ensinou que eu não preciso ser perfeita pra ter um final feliz.

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GREMISTA

Em 2014, às vésperas da Copa do Mundo no Brasil, o guri gremista de 9 anos chega todo eufórico para o jogo contra o São Luiz de Ijuí, peloGauchão, única competição que ele viu seu time ganhar até então. Aoentrar no estádio ele se dirige ao pai:

– Pai, porque nosso estádio não tem o distintivo do nosso time?
–É porque… bem… deve ser porque o estádio ainda não é nosso, meufilho… só vai ser nosso quando tu tiveres uns trinta anos.
– Ah, que pena! Por isso que a Copa vai ser no Beira-Rio?
– Não sei direito, deve ser porque na época em que escolheram os estádios a gente ainda não tinha um.O menino resolveu então mudar de assunto, pois viu que o pai ficou um pouco incomodado. Ainda mais entusiasmado, ele comenta:
–Pai… ontem o meu amigo falou sobre uma vitória heróica do nosso time,uma tal de Batalha dos Aflitos. Como foi isso pai? Foi decisão doMundial, da Libertadores, Sulamericana, Brasileiro?
– É… hmm… foi final do Brasileiro, meu filho.
– Legal pai… e contra quem foi? Inter, São Paulo, Flamengo, Santos?
–Não filho… na verdade foi pelo Campeonato Brasileiro da 2ª divisão,contra o Clube Náutico Capibaribe, de Pernambuco, estado com grandetradição no futebol brasileiro naquela época. Com isso conseguimos subirpara a Série A pela segunda vez!!
– Segunda vez? Então teve outra Batalha dos Aflitos pai?
– Não filho… na outra vez acho que ficamos em nono ou décimo.
– Ué, mas não sobem só 4?

– É que naquele ano a CBF mudou o regulamento para nos dar uma forcinha.
– Ah tá… – sussurrou o guri, meio cabisbaixo.Ficou calado por alguns segundos e voltou a questionar o pai:– Mas o Inter já passou por algum fiasco parecido com esse pai?Aí o pai se encheu de orgulho, estufou o peito e relatou:– Filho, tu nem sabe… uma vez eles perderam de dois a zero para um tal de Mazembe!
– É mesmo pai? Hahahaha. Que legal!!! Foi pela 2ª divisão do Brasileiro também?
– Não filho… foi pela semi-final do Mundial de Clubes da Fifa, em2010. Era um time do Congo, campeão do continente africano. Naquele ano oInter acabou ficando em terceiro ou quarto, nem lembro.
– Bah… que vexame! Nós nunca ficamos em terceiro no Mundial de Clubes da Fifa, né pai?
–Não filho… na última vez que a gente chegou lá, no século passado,quando o pai ainda era guri, só jogavam dois times, um europeu e umsul-americano.
– Mas pai… naquela época o mundo só tinha dois continentes?
– Claro que não meu filho… tinha cinco, como hoje!
– Mas então porque a Fifa não convidava os outros campeões continentais?
– Bem filho… na verdade naquela época não era a Fifa que organizava o torneio… era uma montadora de carros.
– Ah… então nós fomos vice-campeões de um torneio mundial de dois times organizado por uma fábrica de carros?
–É filho… na verdade era um torneio Intercontinental, mas a gentechamava de Mundial… deixa isso prá lá… Olha lá nosso time entrandoem campo!!!
– Pai… eu queria um argumento para zoar os meus colegascolorados, mas não consigo. Eles têm mais sócios, nos venceram maisvezes, têm estádio próprio e já ganharam todos os títulos importantesque nós já ganhamos. Como eu posso tirar sarro deles então?
– Ah… sei lá… diz que ganhamos o primeiro Gre-nal por 10 a 0.
– Isso… legal pai… pelo menos tenho uma coisa para falar!!! Tu chegaste a ver esse jogo pai?
– Não filho… mas o pai do teu bisavô viu!Depoisdessa o guri resolveu ficar quieto, assistiu o jogo e no final saiuvibrando com a conquista de uma vaga para a final do Gauchão, pois desdepequeno se acostumou a ver o pai comemorando vagas ao invés de títulos.

Chefe é chefe

Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de diamantes.Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite anterior.Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam.

Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo.Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que aquele avião caíra no mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes…!

Imediatamente chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceuefusivamente pelo aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.

O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de salvar a vida do seu chefe.Pergunta:
-Por que o guarda foi mandado embora?Não leia a resposta abaixo…Pense um pouco
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Resposta: O empregado era guarda-noturno. Se ele teve um sonho à noite e contou logo pela manhã, é porque estava dormindo em serviço…!

Conclusão:Chefe é chefe… Por melhor que você seja e por mais que você faça, você nunca agrada.

Então,DEIXE O CHEFE MORRER!!!

Festa de Casamento

Festa de Casamento ( Acontecimento Real )

Dizem que esta história se deu em São Paulo com um funcionário da Walita, e saiu em todos os jornais.

Era um enorme casamento com cerca de 300 convidados…

Depois do casamento, durante o brinde, o noivo levantou-se, foi ate o palco e pegou o microfone, disse que queria agradecer a todos por terem vindo, muitos de tão longe, para assistir ao seu casamento, e especialmente ao seu novo sogro por ter providenciado uma festa tão espetacular…Em retribuição a todos os presentes que receberam dos convidados, ele disse que queria oferecer a todos um especial só da parte dele.

Pediu então que todos abrissem os envelopes que estavam colados com Silver-Tape de baixo das cadeiras…E assim foi!!! Todo mundo com aquela cara de “que coisa original”, que “bonitinho”, etc, até que abriram o envelope, dentro do estavam duas fotografias em 20×30 do seu padrinho de casamento tendo relações sexuais com a sua noiva…

Ele tinha suspeitado da relação dos dois umas semanas antes do casamento, e contratou um detetive para os seguir, confirmando as suas suspeitas… O noivo ficou durante alguns segundos observando as reações dos convidados, virou-se para o seu padrinho e noiva e disse: curtam a festa, é de vocês.Retirou-se então, deixando uma multidão estupefata… Teve o casamento anulado dois dias depois…

Enquanto a maioria de nós teria acabado com o noivado imediatamente após descobrir a traição, ele não; deixou a coisa seguir adiante como se nada tivesse acontecido!!!

A SUA VINGANÇA: Fez com que os pais da noiva pagassem mais de R$ 32.000 por um casamento para mais de 300 convidados (e que o pai da noiva, um militar aposentado, provavelmente vai fazê-la pagar de alguma forma…). Fez com que todos ficassem sabendo exatamente como é que as coisas aconteceram (se ele tivesse canceladoantes da cerimônia, a família da noiva só iria saber da versão que ela contasse).Deu fim a reputação da noiva e do padrinho em frente de todos os seus amigos pais, irmãos, irmãs, avós, sobrinhos, tios, tias, etc.

EM OUTRAS PALAVRAS: O CARA É CORNO, MAS É NINJA!!!

Conto – filhos da boa mae

O sujeito se chama Marc Faber, e é norte-americano

- Ele é Analista de Investimentos e empresário.
Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, Marc Faber encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado:

“O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00.”

Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.
Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.
Se comprarmos um computador, vai para a Índia.
Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan….

E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.

O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui.
Estou fazendo a minha parte…

- Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado:

“Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior.” Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev… portanto, restaram apenas as prostitutas.

Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo.

De amiga pra amiga

Amiga:
Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.
Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento.
Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou empregada.

Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo!

Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora.
Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado
comprar alguma coisa.

Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime.
Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta.
Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás.
Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho.
Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? comprei um vestido
dois números menor que o meu. Será a minha meta.

Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: “U-hum”… Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: “U-hum”. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: “U-hum”.
Então ele perguntou se eu só sabia falar “U-hum” e eu respondi: “Ã-hã”. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada!Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me
mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem… ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes.
Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, nabo, repolho, brocolis, e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento
em que alguém dentro do trem gritou: “Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!”

Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta.

Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: “Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!”. Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende
bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:

Pó, dona Maria! Esse pastel tá bichado!”

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e pertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.
Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.

Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo,deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no
canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.

Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro.
Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado!
Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse:”Meus olhos também estão ardendo…” Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: “Ah, é!!! Então acabou a respiração cachorrinho…”
Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: “Mulher! Pára de se cagar!”. Depois disso ele só chorava.

Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois. Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.
Apague este e-mail depois de ler, tá? Sua amiga, Elza.

Conto – O barbeiro

O barbeiro

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo . Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro repondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana .

O florista ficou feliz e foi embora . No dia seguinte , ao abrir a barbearia , havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista .

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo . Após o corte , ao pagar , o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana .

O padeiro ficou feliz e foi embora . No dia seguinte , ao abrir a barbearia , havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro .

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo . Novamente , ao pedir para pagar , o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana .

O deputado ficou feliz e foi embora . No dia seguinte , quando o barbeiro veio abrir sua barbearia , havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo .

Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram.

” POLÍTICOS E FRALDAS DEVEM SER TROCADOS COM FREQÜÊNCIA PELO MESMO MOTIVO !”